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Dia Mundial do Judo

📅 28 de Outubro 🏛️ Federación Internacional de Judo (IJF)
28
Outubro
Data fixa todos os anos
Não
Oficial ONU
Celebração internacional
Desporto
Categoria
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O Dia Mundial do Judo assinala-se a 28 de outubro. É organizado pela Federação Internacional de Judo (IJF, página em inglês) desde 2011, no aniversário do nascimento de Jigoro Kano, o fundador do judo. No Brasil escreve-se judô. O tema de 2026 é a pertença.

O dado
Mais de 200 federações nacionais formam a IJF
É o número que a federação indica na sua página de história (em inglês), a par de cinco uniões continentais. No balanço da edição de 2025, a IJF referia que perto de 70 países já tinham participado de uma forma ou de outra na edição desse ano.

História e origem

Segundo a biografia publicada pela IJF (em inglês), Jigoro Kano nasceu a 28 de outubro de 1860 em Mikage, hoje um distrito da cidade japonesa de Kobe. A família produzia saqué.

Segundo a página de história da IJF, em maio de 1882, inspirado em formas tradicionais de combate, Kano criou um método de educação física, intelectual e moral e chamou-lhe judo. Nesse ano abriu um dojo a que deu o nome de Kodokan, «o lugar onde se estuda o caminho». Retirou as técnicas perigosas do jiu-jitsu e aperfeiçoou a arte de cair.

Em 1909 entrou para o Comité Olímpico Internacional e foi o seu primeiro membro asiático. O judo estreou-se como modalidade olímpica nos Jogos de Tóquio de 1964.

A IJF conta que a 11 de julho de 1951, em Londres, os representantes de oito países europeus receberam a candidatura da Argentina e foi criada a Federação Internacional de Judo.

A primeira edição do dia realizou-se em 2011, com o tema do respeito, segundo a IJF. Desde então, o dia dedicou edições à amizade e à natureza, com «Plant a Tree» (plante uma árvore), entre muitos outros temas, e em 2022 à inclusão. Em 2023 o tema foi «Bring a Friend» (traga um amigo) e, em 2025, a paz.

Cintos e princípios do método

Segundo a página de história da IJF, o sistema de cintos de cor nasceu em Inglaterra em meados da década de 1920 e ganhou popularidade graças ao método Kawaishi. Os principiantes passam pelo branco, amarelo, laranja, verde, azul e castanho antes do exame para o cinto negro, cujos graus, ou dan, vão do 1.º ao 10.º.

Em 1922 Kano criou a Sociedade Cultural do Kodokan. Escreveu então as duas máximas que definem a filosofia do seu método: Seiryoku zenyo, «a melhor utilização da energia», e Jita kyoei, «bem-estar e benefício mútuos».

O tema de 2026: entrar no tatami e poder ficar

O anúncio da IJF para 2026 (em inglês) resume-o assim: cada judoca não deve apenas ser bem-vindo ao tatami, deve também sentir-se reconhecido, respeitado e parte da família do judo.

A federação compara-o com o tema de 2022. A inclusão centrava-se em abrir a porta; a pertença pergunta se quem entra se sente reconhecido, respeitado, apoiado e capaz de ficar.

O texto nomeia, entre outros, judocas com deficiência, incluindo praticantes de judo adaptado e de judo para surdos; mulheres e raparigas; crianças que começam; e pessoas refugiadas ou deslocadas. Como exemplo, cita o Grand Slam de Lausana de 2026, que apresenta como o primeiro Grand Slam inclusivo da história.

O dado
De Los Angeles 1984 a Paris 2024, o judô brasileiro ganhou medalha em todos os Jogos Olímpicos
A Band contou 40 anos seguidos de pódio em julho de 2024, com as medalhas de Willian Lima e Larissa Pimenta em Paris. A Band menciona ainda a medalha conquistada por Chiaki Ishii em 1972, anterior a essa sequência.

Como se vive em Portugal e no Brasil

Na lista do Maisfutebol figuram quatro medalhas olímpicas portuguesas no judo, todas de bronze. Ganharam-nas Nuno Delgado em Sydney 2000, Telma Monteiro no Rio de Janeiro 2016, Jorge Fonseca em Tóquio 2020 e Patrícia Sampaio em Paris 2024.

O bronze de Patrícia Sampaio, em -78 kg, foi a 29.ª medalha olímpica de Portugal. Na luta pelo terceiro lugar foi mais forte do que a japonesa Rika Takayama, segundo o Maisfutebol.

Segundo a página de história da IJF, o judo Kodokan desenvolveu-se nas comunidades de emigrantes japoneses dos Estados Unidos, do Brasil e do Canadá.

Em Paris 2024, Beatriz Souza venceu a israelita Raz Hershko na final e deu ao judô brasileiro o seu quinto ouro olímpico, segundo o SBT News.

Para 28 de outubro de 2017, o DOL anunciou um evento no Rio de Janeiro, promovido pelo Consulado-Geral do Japão e pela Associação Nagai, com origami, taiko e uma palestra sobre a arte marcial.

Como participar

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Verificado pela redação de Dia Internacional

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